Uma fotografia estampada na memória...
Lembranças vivas de um passado quase
morto diante da realidade estúpida!
Uma estrela da manhã se fez uma
esperança no presente, mas se perdeu
no azul infinito...
Nos ventos de agosto trazendo a primavera,
que me dera a semi-idéia de sabores de verão
que me dera a semi-idéia de sabores de verão
anunciando a pele dourada da mulher que
peregrina pelas praias veraneias de doces
lendas de reflexões vista pelo espelho.
Neste espelho revela as faces das tardes outonais
Mesmo sendo insólita e tão despretensiosa e
absolutamente sem causa, com a fúria no
efervescente peito, também com a loucura
que deveras ter destas estações docilmente
bucólicas.
Há de vir o inverno... para insurgir a razão na
mente e sob medida ter fantasias nos ventos
de agosto.
Em outras manhãs, não há de ter estrelas e
tampouco a poesia envolvente n’alma
Jubilando as estações.
Ide! As quatro estações deste sincronismo
melancólico onde a reflexão é uma morte
anunciada pelas noites frias.
Talvez num outro tempo, seja menos pungente
e mais humano viver tão-somente nos ventos
de agosto em silenciosos amanheceres sob a
lucidez das estrelas, e a realidade maquinalmente
dos ponteiros seja castradas. Sobre o Autor:
Adriano-José, é graduando em História pela Faculdade Euclides da Cunha - FEUC de São José do Rio Pardo.

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